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No encontro do Colégio Americano de Cardiologia em Orlando – FL, ocorrido na semana passada, foram apresentados dois estudos científicos interessantes. No primeiro estudo, pesquisadores afirmaram que uma dose diária de gargalhadas faz bem ao coração. Assim como a prática de exercícios, gargalhar faz com que os vasos sanguíneos trabalhem de maneira mais eficiente. Em outro estudo, ficou demonstrado que a depressão pode aumentar o risco de morte por falência do coração.
O Dr. Michael Miller e seus colegas mostraram dois filme, um de humor e outro estressante, para 20 voluntários saudáveis e testaram a função de seus vasos sanguíneos. Eles descobriram que o fluxo sanguíneo apresentou redução em 14 dos 20 voluntários que assistiram ao filme estressante. Já entre os que viram o filme de humor, o sangue flui melhor em 19 dos 20 voluntários quando gargalharam. Em média, o fluxo de sangue aumentou 20% durante a gargalhada e diminui 35% nos momentos de estresse mental. O especialista disse ainda que gargalhar pode ser tão importante quanto se exercitar. Sem o risco de dores e tensões musculares que exercícios físicos provocam. Será que a Bíblia fala sobre este assunto? Vejamos alguns textos:
“Descobri que não ha nada melhor para o homem do que ser feliz...” ( Eclesiastes 3:12 ) “Ainda assim eu exultarei no Senhor e me alegrarei no Deus da minha salvação.” ( Habacuque 3:18 ) “Tenho lhes dito estas palavras para que a minha alegria esteja em vocês e a alegria de vocês seja completa”. ( João 15:11 ) “Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se.” ( Filipenses 4:4 )
O que podemos concluir então? O que a ciência vem descobrindo agora, a Bíblia já recomenda à mais de dois mil anos. E lembre-se, alegria é uma decisão que tomamos ( João 15:11 ) Charles Swindoll, no livro “Ria de Novo” afirma: “Pessoas alegres permanecem presas ao presente. Porque lembrar o passado envolve tristeza e pensar no futuro, traz ansiedade. O Dr. Miller, com seus colegas, recomenda 15 minutos de gargalhadas todos os dias. Com Jesus no coração isso não é tão difícil!
Pr. Alcione
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